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"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

30 dicas para você ser bem sucedido na vida

Foto: Thinkstock
Yahoo Finanças - Foto: Thinkstock
InfoMoney, no Yahoo Finanças

O que é preciso para ser bem sucedido na vida? Não há uma resposta simples, mas experiências mostram que existem práticas que podem maximizar as chances de ter uma vida feliz, produtiva e bem sucedida.
O site Business Insider listou 30 dicas que podem te ajudar ter sucesso na vida. Confira:
1- As pessoas não se importam com o que você pensa: a maioria das pessoas não vai notar que você comprou um carro novo ou recebeu uma promoção, e você não deve basear a sua felicidade nessas situações. Por outro lado, se ou outros estão te enchendo de atenção, não deixe que os “paparicos” subam à sua cabeça.
2- As pessoas que gostam de verdade de você não estão interessadas nas suas posses: quando você está cercado de pessoas que realmente gostam de você, não é preciso se preocupar se você tem as melhores coisas, pois elas estão interessadas somente em você e no seu bem-estar.
3- Organizar a sua vida em torno de dinheiro não vai te fazer feliz:
faça o que você gosta e não o que oferece o maior salário, pois você não estará satisfeito com as suas realizações.
4- Dívida não é um fardo da vida adulta: se você está fazendo um investimento para estudar e ter uma carreira, então é importante que você gerencie uma dívida. Porém não se pode considerar uma dívida como um rito de passagem para a idade adulta, já que ela pode representar um perigoso desequilíbrio de suas finanças.
5- A arte de falar bem representa poder: quando você sabe falar bem, a ponto de mudar a opinião de alguém ou impor confiança em alguém, então você está com o poder em suas mãos.
6- Você só pode controlar a si mesmo: apesar de ser importante ajudar os outros quando possível, ou necessário, vale lembrar que você só pode controlar a si mesmo.
7- Prepare-se para o inesperado: faça tudo o que puder para entender como as coisas funcionam. Mas esteja ciente de que nenhum conhecimento pode evitar que algo inesperado aconteça na sua vida; tenha sempre um plano B.
8- Não deixe que os outros te definam: apesar de os seres humanos serem criados para viver em comunidades, não deixe que outras pessoas ou ideologias digam quem você é.
9- Faça mais que o exigido: para se tornar um sucesso, você precisa superar concorrentes e mostrar sua força de vontade e bom trabalho, por isso, busque sempre melhorar e ir além de exigido. Vale lembrar que se você já está no topo, a competição continua, mas dessa vez é contra você mesmo.
10- O autoconhecimento é valioso: se você consegue observar e aceitar a forma como as outras pessoas te veem, você será capaz de trabalhar e conviver melhor com outras pessoas.
11- Preconceitos afetam tudo que fazemos: a sua visão de mundo influencia tudo que você faz. Se você conhece os seus preconceitos, você pode minimizá-los e fazer o que é certo para a cada situação.
12- Viver no presente é estar focado: aceite que o passado não pode ser mudado, e aproveitar ao máximo o momento que você está vivendo, pois o futuro é apenas o resultado dos seus esforços.
13- Conviva com as diferenças: cercar-se de pessoas que pensam como você pode limitar a sua criatividade, mas se você procurar novas perspectivas, você cresce mais rápido e aprender mais.
14- Viaje mais: fazer uma viagem não vai apenas te expor a outros estilos de vida, como também vai levar o seu cérebro para fora do piloto automático e permitir que você volte ao trabalho revigorado.
15- Corra riscos até alcançar o que você quer: se você ainda não encontrou um trabalho pelo qual você se apaixone, não tenha medo de correr riscos e largar tudo para ir atrás do seu sonho.
16- Cuide da sua saúde: você não pode se concentrar somente em sua carreira, é preciso também estar atento ao estado de saúde.
17- Sua reputação deve ser protegida: proteja sua reputação, pois ela é tudo o que você tem. Seja honesto, confiável e amável, e outros irão notar.

terça-feira, 25 de março de 2014

10 hábitos de casais felizes

Um site americano fez uma pesquisa para divulgar porque os casais felizes são tão felizes. Surgiu uma lista de 10 hábitos, que são consideravelmente gostosos de se cumprir. A maior parte consiste em comunicação: quando o outro precisa se manter acessível a você.
Quando eu completei 4 anos de namoro com meu marido (há cerca de 5 anos), fiz um presente que continha um versinho na capa, contendo palavras que falavam basicamente isto: “Quero passar minha velhice com você”. Acredito que viver a velhice com alguém não basta se não for uma velhice boa!
Acho que esta lista vai ajudar a dar uma força. Vamos lá…
1. Vá para a cama ao mesmo tempo
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Lembre-se do início de seu relacionamento, quando você não podia esperar para ir para a cama com o outro para fazer amor. Casais felizes resistem à tentação de ir para a cama em momentos diferentes. Eles vão para a cama ao mesmo tempo, mesmo que um dos parceiros acorde depois para fazer alguma coisa, enquanto seu parceiro dorme.
2 . Cultive interesses comuns
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Após a paixão se acalmar, é comum perceber que existem poucos interesses em comum. Mas não minimize a importância das atividades que vocês podem fazer juntos. Se os interesses comuns não estão presentes, o casal deve encontrá-los. Mas não se esqueça de cultivar interesses próprios. Isso irá te tornar mais interessante para o seu companheiro(a) e ao mesmo tempo impedir que ele(a) fique muito dependente de você.
3 . Ande de mãos dadas ou lado a lado
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Ao invés um se arrastar atrás dos outros, casais felizes caminham confortavelmente lado a lado ou de mãos dadas. Eles sabem que é mais importante estar com o seu parceiro do que observar as coisas ao longo do caminho. Dê as mãos, nem que seja para chegar até o carro ou ir até a esquina.
4 . Adotem um padrão de confiança e perdão
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Se casais felizes têm um desentendimento e, se eles não podem resolvê-lo, um padrão de confiança e de perdão é adotado em vez de desconfiar e ser relutante um com o outro.
5 . Valorize mais o que o seu parceiro faz certo do que aquilo que ele ou ela faz errado
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Se incomodar com coisas que seu parceiro(a) faz errado é fácil. Agora, encontrar e evidenciar o que ele(a) faz de certo, é mais difícil, mesmo sendo algo importante e que melhora a relação. Trabalhe o positivo. Casais felizes acentuam sempre o positivo.
6 . Abracem-se, logo que vocês se encontrarem depois do trabalho
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Nossa pele tem uma memória de “bom toque” (amado), “mal toque” (abusado) e “não toque” (negligenciado). Casais que dizer olá com um abraço, mantém sua pele banhada pelo “bom toque”, que podem inserir seu espírito contra o anonimato no mundo.
7 . Diga “eu te amo” e “Tenha um bom dia” todas as manhãs, ou melhor, não se esqueça de dizer Eu te amo hoje!
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Falar palavras doces é uma ótima maneira de amenizar aborrecimentos ao longo do dia, como engarrafamentos, longas filas, prazos apertados no trabalho. Dizer eu te amo e receber eu te amo todos os dias é uma forma deliciosa de lidar mais suavemente com o mundo.

quinta-feira, 6 de março de 2014

10 considerações sobre 12 Anos de Escravidão, ou como a realidade supera a ficção

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias [via Livros e Pessoas]
O Blog leu 12 Anos de Escravidão, o livro que inspirou o filme. Os relatos de Solomon Northup nesta edição de clássicos da Penguin/Companhia das Letras ainda apresenta a particularidade de manter o projeto gráfico que marca o estilo deste selo, mas também aproveitando o sucesso do filme nos cinemas com uma sobrecapa com a imagem do filme. Neste post as 10 considerações do Listas Literárias sobre o livro:
11 – 12 Anos de Escravidão, o relato do negro liberto que se torna escravo, Solomon Northup, é arrebatador a tal ponto que impede que o leitor se desgrude de suas páginas; com uma lucidez impressionante o autor nos leva a acontecimentos inexplicáveis e que tanto envergonha a história da humanidade, expondo os fatos com clareza e esmiuçando os verdadeiros sentimentos dos escravos americanos;
2 – Fosse escrito por qualquer outro autor 12 Anos de Escravidão, por si só já mereceria estar entre as melhores ficções já publicadas. No entanto, o que Solomon Northup revela se torna tão mais assustador porque longe de ser uma ficção, seu relato nos apresenta um drama real e sombrio que só mesmo com muitas virtudes, o que era o caso de Solomon, ele consegue enfrentar o problema de frente; muitas vezes até mesmo esperançoso durante os doze anos que sua liberdade foi extirpada por ladrões escravagistas;
3 – O relato revela Solomon Northup um homem culto e muito inteligente, e seu texto conciso permite o leitor compreender os verdadeiros dramas da escravidão, e de uma forma poucas vezes vista, já que a condição de ser negro, liberto, e letrado, acaba desta forma permitindo que como raramente ocorreu os próprios escravos tivessem voz, o que torna seu relato muito mais impressionante pois Solomon transcreveu para o papel aquilo que os negros sentiam, diferentemente do que seria qualquer outra pessoa escrevendo;
4 - Além do valor histórico dos relatos de Solomon Northup seria impossível também não falar de suas qualidades literárias, especialmente pela forma de que ele descreve sua jornada épica, colocando sempre mais curiosidade no leitor. É como se ele próprio, Solomon, junto conosco numa roda noturna ao redor de uma fogueira e ele nos contasse seu período de aprisionamento, onde toda sua humanidade foi negada por causa da cor de sua pele. E num grande exemplo, sua narrativa e a forma com qual ele lida com “seus proprietários” e a falta de liberdade é de uma grandiosidade raramente vista nos homens, independente de seus credos ou cor;
5 - Ainda assim, sofrendo demasiadamente como a qualquer outro escravo a mercê dos caprichos ou das ordens de seus senhores, Solomon muitas vezes é condescendente com aqueles que minimamente se mostram dignos (se é que isso seja possível em alguém que realmente acredite que uma pessoa por causa de sua raça possa ser comparada aos cavalos ou porcos da fazenda) para com ele. Ele geralmente acaba culpando mais o sistema vigente por criar e possibilitar a escravidão como algo normal e de maneira alguma indecente, do que diretamente as pessoas que usufruíam desse mesmo sistema;
6 – Solomon Northup de certa forma também apresenta sua jornada como uma jornada de fé. Isto está presente em muitas referências religiosas em seu texto, bem como a fé que manteve ao longo dos seus 12 anos de escravidão;
7 – Outra preocupação evidente no texto de Northup é sua persistente tentativa de tornar o mais real e plausível seu relato. E isto não é algo difícil de entender, pois somente os excluídos e os realmente esquecidos e maltratados podem saber o quanto é difícil fazer crer que há coisas terrivelmente ruins no mundo, que para aqueles cujos jardins são floridos os problemas dos outros não passam de mera especulação;
8 – Por isso em determinadas partes do texto, Northup não se priva de algumas divagações explicando nos mínimos detalhes o trabalho envolvido em determinadas culturas; como a do algodão e do açúcar, onde a mão-de-obra escrava produzia a riqueza de um país inteiro que cresceu “bebendo” do sangue e da alma de homens que tiveram destinos ainda mais sombrios que o de Northup;

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

11 dicas para ler notícias sem enlouquecer


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As informações em tempo real estão acabando com a nossa sanidade. Um novo livro traz conselhos para quem quer recuperá-la
Danilo Venticinque, na revista Época [via Livros e Pessoas]
Os leitores estão enlouquecendo. Faça uma visita às caixas de comentários de qualquer grande portal e você verá o quanto são raras as demonstrações de bom senso. O caps lock parece ser a tecla da moda. Há xingamentos para todos: o autor da reportagem, os entrevistados, os outros comentaristas e as famílias de todos os envolvidos. Teorias da conspiração abundam. Um acidente de carro na Grã-Bretanha ou a alta no preço dos sanduíches no Rio de Janeiro podem ser culpa da Dilma, do PSDB, da imprensa, do imperialismo americano ou de todos eles juntos, dependendo de quem for o leitor.
Antes que alguém se aventure a buscar uma explicação na política nacional, convém lembrar que esse fenômeno se repete no mundo inteiro. Mudam os nomes dos partidos, os políticos execrados e o idioma dos palavrões. A atitude continua igual. O lado bom é que, salvo algumas infelizes exceções, ainda não estamos discutindo aos berros no meio da rua e pulando no pescoço alheio. Reservamos esse comportamento para as caixas de comentários de notícias. Porque são elas as responsáveis por nossa loucura.
Começamos a consumir informações em tempo real há algumas décadas, mas raramente paramos para pensar se isso é saudável. Já escrevi aqui sobre as vantagens de largar as notícias de vez em quando e reservar tempo para leituras mais nutritivas – reportagens mais longas, ensaios e, sobretudo, livros. Abandonar as notícias permanentemente não é uma opção, ao menos para a maioria de nós. Manter-se desinformado por algumas horas pode ser um prazer, mas a desinformação por um período prolongado logo se transforma em ignorância.
Se as notícias são necessárias, precisamos encontrar uma forma saudável de consumi-las. O livro recém-lançado The news: A user’s manual (Notícias: Um manual do usuário), do filósofo suíço Alain de Botton, traz sugestões para os leitores que querem aproveitar o que as notícias têm de bom sem cair em suas armadilhas. Reuni 11 das principais dicas do autor nos itens a seguir.
1. Tenha um motivo para ler
Com muita frequência, clicamos em notícias nas redes sociais ou nas páginas de grandes portais simplesmente porque não estamos fazendo nada. “As notícias não vêm com manual de instruções porque lê-las é teoricamente uma das atividades mais fáceis e óbvias do mundo, como piscar os olhos e respirar”, afirma Botton. Quando ler notícias se transforma num passatempo, porém, deixamos de pensar sobre as informações que recebemos e aproveitamos muito pouco do que lemos. Antes de ler uma notícia, faça duas perguntas simples para você mesmo: o que você quer saber e por quê? Essas duas respostas tornarão sua leitura muito mais proveitosa.
2. Enfrente seu tédio
“Caetano Veloso estaciona no Leblon” é uma informação que absorvemos instantaneamente. “ONU acusa Coreia do Norte de crimes contra a humanidade” exige algum esforço. As notícias mais relevantes são, na maioria das vezes, as mais monótonas. A culpa nem sempre é do repórter. Alguns assuntos são naturalmente mais áridos do que os outros. Cabe ao leitor perseverar. Se você só der atenção às reportagens fáceis de ler, continuará desinformado mesmo depois de horas dedicadas às notícias.
3. Tente aprender algo
Se você somar todo o tempo que gasta lendo notícias ao longo de um ano, perceberá que essa atividade toma semanas ou até meses inteiros. O que ganhamos em troca do tempo investido? A resposta depende muito do tipo de notícia que lemos e da maneira como encaramos essa leitura. Um mês dedicado a acessar centenas de notícias de política diariamente para ofender candidatos nos comentários é um mês desperdiçado. O mesmo tempo pode ser muito bem aproveitado se lermos reportagens mais aprofundadas sobre os problemas e conquistas do país, entendermos o ponto de vista de cada candidato e nos tornarmos eleitores (e cidadãos) melhores. Depois de ler uma notícia, pergunte-se se aprendeu algo com ela. Se a resposta for “não” na maioria das vezes, é um sinal de que você está lendo as notícias erradas ou dando pouca atenção a elas.
4. Seja seu próprio editor
Diariamente, editores enfrentam a tarefa de escolher quais são os fatos mais importantes para os leitores. A tarefa é difícil e a margem de erro é enorme. O que importa para um leitor pode ser absolutamente irrelevante para outro. Há notícias que todos devem ler, mas a maioria dos nossos interesses é pessoal. Talvez a informação mais importante do dia para você não esteja na manchete, mas sim no pé da página, ou até mesmo em outro site. Busque-a. Você é o único responsável por encontrar o conteúdo que você quer ler.
5. Acompanhe as grandes histórias
Muitas das notícias que lemos são apenas pequenas partes de narrativas muito maiores, que só serão compiladas por historiadores daqui a alguns anos. Notícias como “Batistas abrem espaço para que mulheres sejam pastoras” ou “Lupi voltou a negociar com Eduardo Campos” tornam-se muito mais interessantes quando as enxergamos como peças num quebra-cabeça, e não como fatos que se encerram em si. Acompanhar as notícias diariamente é como ler, ao mesmo tempo, dezenas de livros que ainda estão sendo escritos. Quem se dá conta disso consegue aproveitá-las muito mais.
6. Pense como um estatístico
Diariamente, centenas de milhões de fatos triviais acontecem sem registro nos jornais, revistas ou sites noticiosos. O noticiário privilegia, por princípio, acontecimentos incomuns. Uma desvantagem disso é que, se formarmos nossa visão de mundo com base no jornalismo, teremos a impressão de que fatos atípicos são muito mais frequentes do que parecem. A maioria dos aviões não cai. A maioria dos motoristas não se envolve em acidentes graves. A maioria das pessoas que caminham na rua à noite não é assaltada. Há motivos para termos cuidado, mas o mundo não é tão perigoso quanto os jornais nos dizem.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Como escapar de discussões com a família durante o Natal

Publicado no Ovelhas Voadoras [via Pavablog]
Essa data que não significa nada pra você além de pessoas indo pra sua casa comer tudo (ou ir pra casa de alguém comer tudo) está se aproximando, e você já sabe muito bem os clichês dessas reuniões em família, um querendo mostrar pro outro como a vida dele é boa. Pra você escapar dessas coisas imbecis, confira esse manual super prático. De nada.
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Como administrar melhor nosso tempo



Por Hermes C. Fernandes,  no Cristianismo Subversivo

Como administrar algo sobre o qual não temos qualquer controle? Se você sabe, por exemplo, o quanto vai ganhar no final do mês, você pode fazer um planejamento de gastos, para não se endividar, nem ter dificuldades para pagar suas contas. Mas quanto ao tempo, como administrá-lo? Se ao menos soubéssemos quanto tempo ainda nos resta!


É justamente por saber que o futuro é imprevisível, que devemos administrar da melhor maneira o tempo presente.

Do passado, a gente adquire experiência. Do futuro, a gente nutre expectativas. E do presente a gente busca tirar o melhor proveito para que não tenhamos do que nos arrepender amanhã.

* O Passado

O passado deve ser considerado como um professor, cujas lições devem ser aprendidas e utilizadas no presente e no futuro. Porém, não há como reviver ou recuperar o tempo perdido. Há algo no passado que deve ser esquecido, deixado para trás. Não devemos, por exemplo, permitir que nossos fracassos passados nos impeçam de tentar novamente. Nem viver reféns da saudade de sucessos passados. Porém, aprende-se muito, tanto com os acertos, quanto com os erros. Suas lições devem ser constantemente relembradas e aplicadas para se evitar fracassos futuros.

O sábio Salomão nos adverte:
“Não digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois nunca com sabedoria isto perguntarias.” Eclesiastes 7:10
O saudosismo nos prende a um passado impossível de se reviver. Já a culpa nos prende a um passado impossível de se consertar. Temos que adotar a mesma postura de Paulo ao dizer: “Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo” (Fp.3:13b-14a).

Se quisermos avançar rumo a um futuro promissor, temos que ser alunos do passado, mas jamais seu refém.

* O Futuro

Nossa relação com o futuro deve ser de planejamento e expectativa. Porém, deve-se ter cuidado para que nosso planejamento não se torne em presunção, e nossa expectativa não se torne em ansiedade. Tiago nos deixa uma importante advertência:
“E agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. Ora, não sabeis o que acontecerá amanhã. O que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo.” Tiago 4:13-15
Portanto, todos os nossos planos devem ser submetidos ao crivo do Senhor. Temos o direito de planejar e de nos preparar para o que virá. Mas não podemos ser presunçosos. “Ao homem pertecem os planos do coração, mas do Senhor procede a resposta da língua” (Pv.16:1). “O coração do homem propõe o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos” (Pv.16:9). É a vontade de Deus que deve sempre prevalecer em nossas vidas.

Antes de executarmos qualquer plano, por melhor que seja, devemos consultar ao Senhor, buscando descobrir o que Lhe é agradável (Ef.5:10).

Alguém já disse que “quem falha em planejar, está planejando falhar”. Não se pode brincar com o futuro. Pois antes que a gente perceba, ele se torna presente...e, finalmente, passado. Por isso, é melhor planejar, do que sacrificar o que jamais poderemos reaver. Se Deus fosse contrário ao planejamento, as Escrituras não diriam: “Confia ao Senhor as tuas obras, e os teus planos serão estabelecidos”(Pv.16:3).

Assim como planejamento pode tornar-se presunção, se não o submetermos a Deus, nossas expectativas quanto ao futuro podem tornar-se ansiedade. Todo ansioso deseja que as coisas ocorram antes do tempo deter-minado. A expectativa é gerada pela certeza de um futuro melhor. A ansiedade é filha das incertezas.
Jesus disse:
“Qual de vós poderá, com as suas preocupações, acrescentar uma única hora ao curso da sua vida? (...) Portanto, não andeis ansiosos pelo dia de amanhã.” Mateus 6:27,34a
A cura para a ansiedade é a fé. É pela fé que sabemos que “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Ecl.3:1). Portanto, não adianta tentar apressar as coisas. No tempo certo determinado por Deus, elas acontecerão.
Pedro declara em sua epístola:
“Humilhai-vos, portanto, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte. Lançai sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” 1 Pedro 5:6-7

* Vivendo o Hoje

O salmista afirma: “Todos os dias que foram ordenados para mim, no teu livro foram escritos quando nenhum deles havia ainda” (Sl.139:16b). O Senhor conhece o futuro tão bem quanto o presente e o passado. Nossos dias já foram previamente ordenados.

Porém, isso não significa que devemos viver pródiga e irresponsavelmente. Lembremo-nos que “Deus pede conta do que passou” (Ec.3:15b).

Assim como fazemos com os recursos financeiros, devemos “contabilizar” o tempo. Deveríamos fazer a mesma oração do salmista: “Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos coração sábio” (Sl.90:12). Neste texto “contar” significa “contabilizar” ou “administrar”. Portanto, temos que aprender a administrar nossos dias, a fim de que nos tornemos sábios.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Dia do Saci, Viva a Cultura Nacional (Grega de 414 Antes de Cristo?)


publicado originalmente no Contraditorium

Como todos os grandes problemas nacionais estão resolvidos, já ganhamos um Oscar, temos um programa espacial atuante e meu despertador é cafuné da Luciana Vendramini, podemos nos dedicar a outras áreas, como comemorar… o Dia do Saci.

Sim, isso existe (o dia, não os sacis. Foi mau, Romeu Evaristo).

O problema é que como todo bom folclore, é pasteurizado e mingauzificado para consumo fácil pelas crianças, com isso muita informação é perdida. Temos a impressão de que TUDO surgiu aqui, e quando as próprias crianças alertam das semelhanças com lendas externas, são contrariadas pelos professores, que também não pesquisaram muito.

O Curupira por exemplo é uma variação da lenda do Imbunche, de origem chilena. A Iara nada mais é que uma sereia de água doce, uma das muitas lendas adaptadas pelos portugueses.

TODO MUNDO aprende na escola que os índios brasileiros (na verdade só os Tupis) eram bonzinhos monoteístas e só chamavam Deus pelo nome errado, usavam Tupã ao invés de Alanis Morissette. Os jesuítas distorceram e adaptaram Tupã, que era praticamente uma onomatopéia pro som do trovão, e transformaram-no no Deus Supremo indígena.

Eles fizeram com que culturas inteiras abandonassem sua mitologia, o mito criador Tupi quase foi esquecido, pois Nhanderuvuçu não era uma entidade antropomórfica, lembra mais a Força de Star Wars, do que um velho branco de barbas brancas. Aliás, ainda bem, se dependesse de escrever Nhanderuvuçu Indiana Jones estaria no fundo daquele abismo faz tempo.

É curioso que os defensores da “cultura nacional”, que gritam tanto contra “apropriação cultural” que consideram racismo brancos gostarem de comida japonesa, não se preocupam ou sequer reconhecem quando o inverso acontece. Culturas se influenciam o tempo todo, línguas se influenciam o tempo todo.

O discurso nacionalista-isolacionista é patético, pode ser desmentido em segundos. “Viva o Saci” como se ele fosse fruto da mente de algum nobre guerreiro tupi? Humm… vejamos.

As primeiras referências ao Saci apareceram no Século XVIII. Historiadores politicamente corretos dizem que ele deriva do Ŷaci-ŷaterê, entidade indígena que teria uma perna só, cabelo vermelho e assustaria as pessoas na floresta. O problema é que não há registros, desde o descobrimento, dessa entidade.

Já os portugueses tem os trasgos, um tipo de duende, vejam a semelhança do gorro:


Ah, mas então a lenda indígena se fundiu com a portuguesa, com uma pitada de cultura negra, que transformou o saci num negrinho de cachimbo?

Não tão simples. Na peça Os Pássaros, de Alfred Aristófanes, encenada em 414 antes de cristo, são mencionados os Monopodes, uma raça de criaturas de uma perna só. Eles viveriam em terras exóticas, como Índia e Etiópia.

Qualquer coincidência é mera semelhança.

A imagem acima é da Crônica de Nuremberg, de 1493, o que demonstra que a existências de criaturas de uma perna só era mais que “conhecida” desde antes do descobrimento do Brasil.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

3 minutos com Bauman: as amizades de Facebook

Publicado no Obvious [via Pavablog]
Sociólogo polonês preocupado em compreender a sociedade pós-moderna, Zygmunt Bauman, 87 anos, autor de vários livros em que explica as relações sociais na contemporaneidade, comenta em 3 minutos, em uma de suas conferências que foi concedida para o Fronteiras do Pensamento, porquê nossas relações de amizade no facebook são tão atrativas, fáceis e superficiais.
Leia o trecho:
“Um viciado em facebook me confessou – não confessou, mas de fato gabou-se – que havia feito 500 amigos em um dia. Minha resposta foi: eu tenho 86 anos, mas não tenho 500 amigos. Eu não consegui isso!
Então, provavelmente, quando ele diz “amigo”, e eu digo “amigo”, não queremos dizer a mesma coisa, são coisas diferentes. Quando eu era jovem, eu não tinha o conceito de redes, eu tinha o conceito de laços humanos, comunidades… esse tipo de coisa, mas não de redes.
Qual a diferença entre comunidades e rede?
A comunidade precede você. Você nasce em uma comunidade. De outro lado temos a rede, o que é uma rede? Ao contrário da comunidade, a rede é feita e mantida viva por duas atividades diferentes: conectar e desconectar.
Zygmunt Bauman promotes his latest book
Eu penso que a atratividade desse novo tipo de amizade, o tipo de amizade de facebook, como eu a chamo, está exatamente aí: que é tão fácil de desconectar. É fácil conectar e fazer amigos, mas o maior atrativo é a facilidade de se desconectar.
Imagine que o que você tem não são amigos online, conexões online, compartilhamento online, mas conexões off-line, conexões reais, frente a frente, corpo a corpo, olho no olho. Assim, romper relações é sempre um evento muito traumático, você tem que encontrar desculpas, tem que se explicar, tem que mentir com frequência, e, mesmo assim, você não se sente seguro, porque seu parceiro diz que você não têm direitos, que você é sujo etc., é difícil.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Seis maneiras cientificamente comprovadas de ser mais feliz

Você sabe o que diz a sabedoria popular: não existe uma fórmula para a felicidade. E a sabedoria popular tem razão - de fato, não existe uma fórmula, mas várias

por Ana Freitas, na Revista Galileu
Editora Globo
Crédito: Shutterstock

Nos últimos anos, cientistas sociais têm chegado a várias conclusões sobre a felicidade. Eles identificam comportamentos, hábitos e maneiras de enxergar o mundo que são mais observados em gente que se declara mais feliz e que desencadeiam sentimentos relacionados à felicidade. Baseando-se nesses estudos, redigimos uma lista de seis atitudes que devem te deixar mais satisfeito consigo mesmo, mais calmo, mais concentrado e, no fim do dia, mais feliz:
6. Levante do sofá e mexa-se...
Muitos estudos mostram que quem pratica exercícios físicos é mais feliz - trata-se, inclusive, de uma estratégia comprovada para superar a depressão. No livro The Happiness Advantage, o autor Shawn Achor menciona um estudo feito com pacientes que trataram depressão e o grupo que associou medicação com exercícios físicos teve apenas 9% de recaída, contra 38% dos que só tomaram remédio e não se mexeram.
Além disso, um estudo de 2012 do Journal of Health Psychology confirmou que gente que se exercita se sente muito mais satisfeita com o corpo, mesmo quando não há mudanças físicas aparentes. Sem contar a parte que você já conhece: exercício físico desencadeia no cérebro a liberação da endorfina, que alivia a sensação de dor muscular e cujo nome vem de endo + morfina. É conhecido, não à toa, como hormônio do prazer: uma droga natural.
5. ...mas também descanse um pouco
A maioria de nós trabalha demais, passa o resto do tempo livre vendo TV e usando o Facebook e dorme menos do que deveria. Esse hábito não só influencia negativamente sua saúde, mas também impacta na sua felicidade. É que quem dorme mais é mais positivo e encara emoções negativas com menos sensibilidade. Um estudo publicadonesse livro observou que quem dorme pouco tem mais facilidade em acessar memórias felizes, mas não tem problema nenhum em se lembrar das ideias e memórias com conotação negativa. Desnecessário dizer que a quantidade e a qualidade do seu sono à noite afetam seu humor e produtividade pelo dia todo, né?
4. Medite
Meditar não apenas te deixa mais focado, calmo e produtivo. Parar alguns minutos por dia para esvaziar o cérebro, comprovadamente, pode te fazer mais feliz, imediatamente e a longo prazo. Estudos mostram que, minutos depois de meditar, há um aumento nas sensações de calma, contentamento, na percepção e na empatia. E uma pesquisa do Hospital Geral de Massachusetts, publicada na revista Psychiatric Research: Neuroimaging, concluiu que depois de participar de um curso de meditação, os cérebros dos voluntários do estudo pareceram reprogramados para a felicidade: aumentaram as atividades nas áreas associadas com compaixão e diminuíram nas áreas relacionadas ao stress.
Essa matéria da Psychology Today reúne diversos estudos parecidos, e o que todos eles parecem concluir é que meditar vai te deixar mais gentil, mais calmo e mais satisfeito consigo mesmo. Ou seja: mais feliz.
3. Seja grato
Apenas o sentimento de gratidão é capaz de aumentar sua satisfação geral com a própria vida. Um dos exercícios mais recomendados é anotar, diariamente, três coisas pelas quais você ficou grato naquele dia. Nesse estudo, o humor e o bem-estar geral dos sujeitos pesquisados melhorou só com esse hábito diário. Gratidão te ajuda a lembrar dos aspectos positivos da sua vida, além de contribuir para te deixar mais otimista por transformar coisas ruins em boas e te lembra do que realmente importa.
2. Seja solidário
Fazer os outros felizes é fórmula garantida para aumentar seus níveis de satisfação e felicidade. Em vários estudos, conduzidos em épocas e por pesquisadores diferentes (como esse, por exemplo) cientistas observaram que participantes eram mais felizes depois de comprar algo para outra pessoa do que para si mesmo. Outra passagem do livro The Happiness Advantage menciona que gastar dinheiro com outras pessoas aumenta a felicidade. Mas isso, obviamente, não significa que você não pode ser mais feliz se a grana estiver curta e você não puder pagar coisas para os outros. Ajudar os outros de qualquer maneira é um método comprovado de trazer satisfação pessoal e felicidade.
No livro Flourish: A Visionary New Understanding of Happiness and Well-being, o autor Martin Seligman, que é professor da Universidade da Pensilvânia, diz ter concluído que ser gentil e solidário é o ato mais provável de produzir um aumento na sensação de bem estar, de todos os exercícios testados durante estudos conduzidos por ele. Outro estudo observou dois grupos de pessoas: as que faziam trabalham voluntário e foram obrigados a parar e outras que continuavam com a atividade voluntária. Os resultados mostraram que aqueles que continuavam voluntários mostravam um nível maior de satisfação com a vida.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Rede social cristã ganha aplicativo


Captura de tela do iPhone 1Captura de tela do iPhone 2

no Mobile Time

A Hizby, rede social cristã, lançou um aplicativo móvel desenvolvido pelo iai? (Instituto de Artes Interativas). A ferramenta, disponível para o sistema operacional da Apple, conta com características semelhantes ao site da rede, onde os usuários podem fazer amizades, enviar mensagens e orações, e compartilhar agendas de igrejas. Hoje, a Hizby tem cerca de 40 mil usuários.

A rede social também promove a transformação ética e social, convidando os usuários a fazer doações voluntariamente, que são direcionadas a escolas, casas de repouso, trabalhos missionários, entre outros.

Download na App Store.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Estudo aponta cinco características dos bons alunos

Eles driblam a bagunça dos colegas e ‘aprendem a aprender’, mostra levantamento de pesquisador da Laspau, organização afiliada à Universidade Harvard


Lecticia Maggi, na Veja  - Via Livros e Pessoas

Por que alunos que frequentam a mesma escola e têm aulas com os mesmos professores obtêm desempenho escolar diferente? Para tentar esclarecer essa questão, o antropólogo James Ito-Adler, presidente do Instituto Cambridge para Estudos Brasileiros e pesquisador da Laspau, organização afiliada à Universidade Harvard, nos Estados Unidos, entrevistou 24 estudantes do 9º ano do ensino fundamental em três estados brasileiros.
Embora não tenha valor estatístico, a pesquisa, realizada entre março e junho deste ano, foi a fundo na conversa com os estudantes, em entrevistas que duraram horas. O produto do levantamento ajuda a compreender a diferença de performance. Por exemplo: estudantes que possuem boas notas, em geral, sabem lidar melhor com a bagunça dos colegas em sala de aula, “aprenderam a aprender”, dominam a internet, planejam o futuro e recebem motivação dos pais.
A pesquisa foi encomendada pelo Instituto Positivo, organização sem fins lucrativos voltada à promoção da educação, e teve caráter qualitativo. Isso significa que seu resultado não é válido para toda a população brasileira. Mas suas observações trazem insights que podem ajudar pais e educadores.
Para o estudo, os estudantes foram divididos em três grupos, conforme o desempenho obtido em avaliações: baixo, médio e alto. Confira a seguir diferenças apontadas entre alunos de alto e baixo desempenhos:
Cinco características dos bons alunos
1 – Driblam a bagunça na sala de aula
Todos os alunos ouvidos na pesquisa, sem exceção, apontaram a bagunça em sala de aula como um empecilho ao aprendizado. Se o problema atinge todos, por que alguns apresentam bom rendimento e outros não? A resposta, segundo James Ito-Adler, está na forma como os estudantes lidam com essa bagunça. Alguns criam estratégias para driblá-la: esses obtêm bom desempenho.
“As meninas, principalmente, disseram que trocam de lugar e sentam na frente quando o barulho do ‘fundão’ começa a incomodar. Outros alunos procuram o professor após a aula para tirar dúvidas ou complementar a explicação que foi prejudicada por conversas. Há ainda os que buscam auxílio dos colegas ou pesquisam por conta própria para entender o conteúdo da aula. Isso não se verifica entre os demais alunos. Ou eles se integram à bagunça ou ficam reféns dela, não entendem o conteúdo e vão mal nas avaliações.”
2 – Aprenderam a aprender
É evidente que, ao estudar, todos têm capacidade de aprender. Há um fator, no entanto, que é importantíssimo para o sucesso escolar: aprender a aprender. A maioria dos alunos com bom desempenho gosta de ler livros e publicações variadas, tem prazer em realizar pesquisas e procurar explicações para questões complexas.
Um aluno passa mais tempo fora da escola, em situações informais de aprendizagem, do que em situações formais — diante do professor ou consultando um livro. Por essa razão, os pesquisadores afirmam que é fundamental que os alunos desenvolvam consciência da necessidade de “aprender a aprender” — não apenas na escola, é claro, mas em qualquer situação.
“Não nascemos com a habilidade de aprender a aprender, mas podemos desenvolvê-la ao longo dos anos. Podemos verificar que os melhores alunos levam vantagem nesse item: eles estabelecem metas e criam estratégias para atingi-las. Ao mesmo tempo, sabem se autoavaliar e conhecem os métodos de estudo mais eficientes para eles próprios. Quem adquire essa habilidade tem vantagens enormes, tanto na vida acadêmica e profissional quanto na vida privada.”
3 – Dominam a internet
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O estudo indica que alunos com boas notas utilizam a internet para fazer pesquisas, tirar dúvidas com os colegas e também assistir a videoaulas. O mesmo não se pode dizer dos alunos com desempenho inferior à média. Não raro, para eles, a internet é vista como uma chance de escape do mundo real. A pesquisa cita a fala de uma aluna para exemplificar o bom uso da web: “Temos uma comunidade no Facebook: sempre que tem prova a gente compartilha informações por lá. A gente se ajuda neste grupo (sic).”
“Alguns dos estudantes com desempenho ruim são escravizados pela internet: chegam a ficar oito horas por dia em frente ao computador. Para os que têm rendimento melhor, a rede não deixa de ser instrumento de lazer, mas é também ferramenta eficiente de aprendizado.”
4 – Planejam o futuro
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Outra diferença entre os alunos está na relação que eles estabelecem com o futuro: os de melhor desempenho acadêmico mostram-se mais otimistas que os demais. Além disso, aceitam responsabilidades, acreditando que elas servirão para o seu próprio progresso e criam relações de apoio mútuo com colegas de classe e adultos para o planejamento e realização de seus sonhos.
“Eles planejam a vida, conversam sobre sonhos, viagens e cursos e vão em busca de ações para atingir aquilo que almejam.”

terça-feira, 23 de julho de 2013

17 coisas que geralmente ninguém te fala

Publicado por Daguito Rodrigues, capturado no Pavablog
1. Seu salário não determina o quão bom você é como pessoa
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2. As coisas que são difíceis de serem ditas, geralmente são as mais importantes
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3. Você ainda é fraco se só é bom em uma única coisa
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4. Encontre alguém com quem você possa rir de praticamente tudo e o resto ficará bem
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5. Ninguém vai conceder seus desejos, é melhor que você os faça acontecer
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6. Separe um tempo para ser preguiçoso, faz bem pra você
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7. Devagar é o novo rápido…e incrível também
AlexNoriega09

8. Fato: grandes empresas vão sugar seu sangue e sua alma…tente evitá-las
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9. Pensar muito sobre um problema não vai, necessariamente, torná-lo mais fácil de resolver
AlexNoriega11
10. “Olá” é a palavra mais poderosa contra a solidão
AlexNoriega12
11. Você não pode se livrar dos seus medos…mas pode aprender a viver com eles
AlexNoriega13

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