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"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Brasil tem taxa de divórcios recorde em 2011, diz IBGE

imagem: R7
publicado originalmente no G1

Em 2011, o Brasil registrou a maior taxa de divórcios desde 1984, quando foi iniciada a série histórica das Estatísticas do Registro Civil, divulgada nesta segunda-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de divórcios chegou a 351.153, um crescimento de 45,6% em relação a 2010, quando foram registrados 243.224.

Segundo o IBGE, foram 2,6 divórcios para cada mil habitantes de 15 anos ou mais de idade, contra 1,8 separações em 2010.

Conforme a pesquisa, um dos fatores foi a mudança na Constituição Federal em 2010, que derrubou o prazo para se divorciar, tornando esta a forma efetiva de dissolução dos casamentos, sem a etapa prévia da separação.

Com isso, houve uma queda de três anos no tempo médio transcorrido entre a data do casamento e a da sentença de divórcio desde 2006 – de 18 anos para 15 anos.

Em 2011, a maior proporção de dissoluções ocorreu em casamentos que tinham entre 5 e 9 anos de duração (20,8%), seguida de uniões de 1 e 4 anos.

Além disso a proporção do divórcio por via administrativa, possível aos casais sem filhos, passou de 26,8%, em 2001, para 37,2%, em 2011.

A idade média ao divorciar diminuiu para homens e mulheres entre 2006 e 2011. De 43 anos para 42 anos no sexo masculino, e de 40 para 39 anos no feminino.

Casamentos
Ao mesmo tempo, em 2011, foram registrados 1.026.736 casamentos, 5% a mais que no ano anterior. Deste total, 1.025.615 foram de cônjuges de 15 anos ou mais de idade. São sete casamentos para mil habitantes de 15 anos ou mais de idade.

As taxas mais elevadas de casamento estão em Rondônia, Distrito Federal, Espírito Santo e Goiás, e as menores, no Amapá e Rio Grande do Sul.

As mulheres se casam mais entre 20 a 24 anos, e os homens, entre 25 e 29 anos, o que reflete um aumento da idade para se casar. A partir dos 60 anos, as taxas do sexo masculino são mais que o dobro que as das mulheres, diz o IBGE.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Juiz questiona pedido de divórcio do 'homem grávido' nos EUA



Thomas Beatie nasceu mulher e engravidou, mas diz que mulher batia nele.
Juiz interpreta que casamento foi homossexual, o que é ilegal no Arizona.


Thomas mudou sexo, mas mantém os órgãos sexuais femininos. (Foto: Reprodução)Thomas mudou de sexo, mas mantém os
órgãos sexuais femininos. (Foto: Reprodução)
Thomas Beatie, o transsexual conhecido como "homem grávido", anunciou a separação da mulher em abril deste ano, mas um juiz questiona agora se o casamento foi legal desde o começo, relata o "TMZ".
Quando se casaram, em 2003, Thomas e Nancy se apresentaram como heterossexuais porque ele nasceu mulher, mas trocou de sexo antes do matrimônio. Eles tiveram três filhos.
O juiz, do estado do Arizona, acredita que, como Thomas e sua mulher têm órgãos genitais femininos, o casamento é homossexual, o que é proibido no estado. Assim, o juiz interpreta que o matrimônio não pode ser encerrado porque nunca foi legal.
Thomas argumenta que seus documentos pessoais, como passaporte, o identificam como homem.
'Homem grávido'
Thomas mudou de sexo aos 24 anos e é legalmente homem, mas mantém os órgãos sexuais femininos. Quando era mulher, se chamava Tracy Lagondino. Ele ficou conhecido como "homem grávido" em 2003, quando ficou grávido e se casou.
Thomas anunciou a separação em abril deste ano, afirmando que a mulher batia em suas partes íntimas. Ele diz que a ex é alcoólatra e "violenta" e que ele foi atacado fisicamente em diversas ocasiões. Segundo o "TMZ", Nancy teria negado as acusações e dito que Thomas abusava dela física e emocionalmente.
Em maio, ele ganhou a custódia dos três filhos após um vídeo de uma suposta agressão de sua mulher ser divulgado (veja no "TMZ").
Filhos
Sua ex-mulher Nancy fez uma histerectomia e não pode ser mãe. O primeiro filho foi concebido por inseminação artificial, com esperma de um doador. Depois, ele teve outros dois filhos, Jensen e Austin Beatie.

sábado, 23 de outubro de 2010

Investimento, dívida, doação e família [2/4]

“A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei” Romanos 13.8

Foto: Negócio de Família
Normalmente temos dificuldade em atribuir o valor adequado as coisas, até porque, o processo de valorização ou depreciação de qualquer coisa depende do sistema de crenças e valores que cada indivíduo acumulou ao longo de sua trajetória de vida. Assim, o que pode ser valioso para um, pode não ter valor algum para o outro.

Em nossa cultura não temos o hábito de falar sobre finanças com nossas crianças, hoje em dia até que esta barreira tem sido reduzida, mas eu não tive o privilégio de poder conversar abertamente sobre o assunto com meus pais, como muitos também não tiveram. Pois, para falar sobre finanças não precisamos ser ricos ou termos dinheiro sobrando para falar sobre o assunto, pelo contrário, quando os recursos financeiros são escassos é que devemos estar mais atentos as finanças, ao valor daquilo que desejamos ou precisamos adquirir, as prioridades e escolhas na hora da compra. Esta falta de sabedoria de como lidar com o valor das coisas é que faz muitos ganhadores de prêmios milionários ficarem pobres em poucos anos.

Em finanças, temos 3 conceitos básicos que é importante conhecermos para podermos atribuir os valores corretos onde estamos aplicando nossos recursos. Investimento, dívida e doação. Não tenho a intenção de esgotar o assunto, nem entrar nos conceitos técnicos dos termos, mas apenas conhecer um pouco sobre eles para entendermos sua relação com a família. Então, podemos entender de maneira bem simplista:

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A família margarina, o mito da família perfeita [1/4]



Casa confortável, filhos saudáveis, alegres e obedientes, mesa farta, todos sorridentes e prestativos, sentados à mesa um pouco antes de saírem para o trabalho e para a escola. Isto lembra sua família ou um comercial de margarina?

Mas na maioria das famílias a realidade parece ser outra, a correria do dia-a-dia, o stress, a necessidade de sair mais cedo para o trabalho devido as longas distâncias, o trânsito uma loucura, ônibus e metrô lotados, filhos nas creches e escolas em tempo integral, parace mais ser o retrato de nossas famílias do que as famílias de comercial de margarina. Este alto nível de stress só deve ocorrer com famílias que não conhecem a Deus, que não possuem fé absolutamente em nada, correto? ERRADO. Ninguém esta livre dos conflitos familiares, nem mesmo os que professam fé em Deus. Problemas de relacionamento, com filhos e os casais, diferenças de pontos de vistas, formas de criar os filhos, problemas no trabalho. Vida normal, não a ideal.


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