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"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Pastor evangélico anuncia realização de "culto erótico"


Na ocasião, Mainz Kastel se dirigirá aos fiéis com termos usados nas ruas para falar de amor e sexo

5ª Düsseldorf (Alemanha)
Alemanha: país terá "culto erótico" no qual pastor
evangélico falará aos fiéis sobre amor e sexo

publicado na Exame.com

Berlim - O pastor evangélico Ralf Schmidt, do distrito de Mainz Kastel, no oeste Alemanha, anunciou nesta sexta-feira sua intenção de realizar no próximo domingo seu primeiro "culto erótico", no qual se dirigirá aos fiéis com termos usados nas ruas para falar de amor e sexo.
Em declarações ao jornal "Frankfurter Rundschau", o religioso alemão explica que suas "ovelhas" - os fiéis de sua comunidade - já estão acostumados com sua linguagem direta.
Schmidt explica que o termo "culto erótico" não quer dizer que haverá "sexo real" em sua igreja, mas que, pela primeira vez, abordará essa questão de maneira direta em seu culto.
Por conta deste fato, o ofício religioso marcado para o próximo domingo terá entrada proibida para os menores de 16 anos, já que, como aponta o pastor, "estará repleta de palavras quentes".
"A sexualidade é uma criação do Senhor. Vou usar termos negativos e depois buscarei expressões mais formosas", completa o religioso.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Culto dos virgens: “Se uma mulher bonita vier na sua direção atravesse a rua”

O culto dos príncipes chega a reunir mais de 200 homens.
Missionário Claudio Brinco lidera o evento no Rio

Valmir Moratelli, no iG
Príncipe não namora cachorra, namora princesa. Este é apenas um dos ensinamentos que o missionário Claudio Brinco repassa a seus seguidores no que chama de “culto dos príncipes”. O encontro aconteceu pela segunda vez, na noite de terça-feira (31), no clube Olympico, em Copacabana, zona sul do Rio. É uma versão masculina do “culto das princesas”, que já acontece há alguns meses e é liderado por Sarah Sheeva, cunhada de Brinco e filha da cantora Baby Consuelo. “A ideia é estimular uma nova cultura comportamental entre os seguidores da Igreja Celular Internacional (ICI), no que se refere a namoro e, claro, sexo”, explica Brinco. A adesão surpreende. Mais de duzentos homens lotam o salão.
Há algumas regras estipuladas por quem quer ser príncipe. A começar pelo próprio culto: mulher não entra (foi pedido ao iG para que a equipe de reportagem fosse composta apenas por homens). Para o príncipe solteiro, sexo é proibido. Qualquer tipo de sexo. Masturbação, nem pensar. O missionário diz que beijo na boca não está proibido na bíblia, mas traz problemas aos fieis. “Beijo de língua não é pecado. Mas comida também não é e te leva à gula. Beijo é igual a forno elétrico. Liga em cima e esquenta embaixo”, afirma, cheio de gestos.
O começo do culto é catártico, com três hinos de louvores nos mais altos decibéis. Em seguida, obreiros passam a sacolinha para arrecadar doações espontâneas dos fieis. “Se você semeia morango, vai colher morango. Se você semeia dinheiro, vai colher dinheiro”, diz o missionário, distribuindo envelopes. E começa o culto para valer. “Aleluia, amém”, grita Brinco, pedindo que todos repitam com ele. “Que alegria, Senhor! Só ouço voz de macho, voz de varão”. Quase todos seguram a bíblia, mas em nenhum momento da noite ela seria aberta para a leitura de algum trecho. Nem pelo condutor do culto. O discurso do missionário está todo em seu iPad , de capa rosa-chiclete.É dali que ele retira frases como “A merenda é só depois do recreio. Príncipe aguarda as ordens do Rei”, para pregar a castidade até o casamento. Todos dizem amém repetidas vezes. O culto é animado, mas é quando vai para o improviso que Brinco realmente diverte a plateia. Parece um showman. Anda e gesticula o tempo todo pelo púlpito, coberto por um carpete vermelho e tendo três telões de 50 polegadas nas laterais.
Bruno Luiz Alves, auxiliar de farmácia, 22 anos, diz que segue à risca todos os mandamentos. “Aqui tenho tudo explicado de forma clara”. Bruno é solteiro. Nunca namorou. O coordenador financeiro Thiago Kuster, 27, diz que pretende encontrar sua princesa na igreja. “É a necessidade de todo cristão. Vou aguardar o tempo que for”. Mais sorte teve Micael Brito, analista de TI. Ele namora há dois meses. “Estudo a bíblia junto com ela. É uma princesa de Deus”, diz, sorridente.
Testosterona na veia
A maioria dos presentes tem entre 18 e 30 anos. São jovens empregados, vindos de diferentes bairros da cidade. Poucos namoram. E quando namoram, é com meninas também evangélicas. “Você nasceu para ser o cabeça, o provedor, o varão da sua casa. Diga ao príncipe ao seu lado: ‘você é o varão da sua casa, irmão’. Queremos uma nação de homens livres da cultura machista, egoísta e demoníaca. Não ao sexo antes do casamento”, diz no palco o missionário. O vendedor Maicon Charles, de 29 anos, cruzou a cidade para acompanhar o culto. Morador de Santa Cruz, ele e os amigos se orgulham de se declararem longe dos pecados. “O que interessa para a minha vida é o que Deus reserva para mim. Nem masturbação me interessa”, diz.

Ensino moderno...




Pequenas ressurreições

origem da imagem: Google


Ricardo Gondim, no seu site

De repente, acordei: a vida desobedece engrenagens. Deitado no leito de um hospital, vi que nem toda a causa implica em um efeito previsível. A saúde baqueia mesmo os que se exercitam. Decepções chegam igualmente para justos e injustos. Desgostos batem em portas indistintas. O sofrimento nivela a todos.
Cara a cara com a brevidade da vida, decidi não esperar os anos escorrerem parecidos. Em meio a dores, determinei: viverei diferente. Fragilizado, não tive outra escolha senão rejeitar os acenos da onipotência. Forçado, considerei reaparecer como uma Fênix.
Para ressurgir, precisava bagunçar a sistematização de antigas certezas, simpatizar com as não-respostas dos místicos e desistir de concatenar as iniciativas celestiais.
Desobriguei-me de controlar toda e qualquer simetria. Desisti de gerenciar a sincronia dos eventos. Rasguei planilhas que prometiam resultados matemáticos para a existência. Considerei melhor ser santo que, herói.
Já não tento aplainar estradas que se alongam à minha frente. Busquei domar a vida, e me frustrei. Vi ideais virarem insultos; arrojos, fadigas; e, pressupostos, anátemas.
Consciente de minha vulnerabilidade, não quero confundir perplexidade com covardia. Mesmo hesitante, eu me proponho encarar as esquinas que aparecerem no caminho sem acovardar-me com as consequências do lado que escolher. Vida em abundância se esconde nos riscos que corremos.
Decido não tentar ressuscitar o passado que tanto encantou os meus verdes anos. Reconheço: o carrossel da vida não recua. Indelével, o tempo mastiga quem luta para resisti-lo. Por isso, repito: “Não querer largar o que se foi, adoece do mal que alguns chamam de melancolia”. Minha esperança renasce das cinzas, não da ingenuidade de acreditar que posso reviver o que o tempo levou.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Dizer Deus é amor



Ricardo Gondim, no seu site

Faz-se malabarismo com o texto bíblico. Usam-se versículos para tudo. Capítulos servem, ao mesmo tempo, para abençoar a guerra e semear a paz. Nada como um texto canônico para validar mecanismos opressores que perpetuam a pobreza. Como a sagrada Escritura já serviu  para acalmar a revolta dos excluídos!
Um dos textos mais usados, celebrados e repetidos da Bíblia é o capitulo 13 da primeira epístola aos Corintios. Talvez tão celebrado por tratar do amor. Declamado em casamentos. Musicado por diferentes artistas. Seus 13 versículos valem até como cartilha de auto ajuda: “Como aprender a amar bem”.
Geralmente, os três primeiros versículos servem para explicar que amor é mais nobre que dogma, carisma e desempenho religioso:
“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá”.
A partir do versículo 4, Paulo descreve alguns atributos do amor. Sua descrição é nobre:
“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.
Belíssimo! repetem até os não religiosos. Acontece que a lista não é receita. Deus é descrito como essencialmente amor. Sendo assim falar de amor é também falar de Deus.

Pastor que manuseava serpentes morre picado por cascavel nos EUA

publicado no G1

Mack Wolford acreditava que prática testa sua fé em Deus.
Ele tinha um cômodo em sua casa com oito serpentes venenosas.
Pastor Mack Wolford, 44, prega enquanto manuseia uma serpente. Wolford morreu neste domingo (27), em decorrência de uma picada de um de suas cascavéis (Foto: Reprodução)
Pastor Mack Wolford, 44, prega enquanto manuseia uma serpente.
Wolford morreu neste domingo (27), em decorrência de uma
 picada de um de suas cascavéis (Foto: Reprodução)

O pastor pentecostal Mack Wolford, 44, da Virgínia Ocidental (EUA), que promovia a fé por meio do manuseio de serpentes, morreu neste domingo (27) após ser picado por uma cascavel, informa o “The Washington Post”.
Wolford era conhecido no estado por acreditar que a Biblia orienta os cristãos a manusear serpentes para testar sua fé em Deus e que, se picados, seriam curados pela fé, relata o jornal. O pai do pastor, também membro da igreja, manuseava os animais e morreu em situação semelhante, aos 39 anos.
O pastor tinha um cômodo em sua casa com oito serpentes venenosas, alimentadas com ratos, e costumava colocá-las em volta de seu pescoço, dançar com elas e até deitar perto delas. Ele já havia sido picado, diz a publicação
Ainda de acordo com o jornal, Wolford e outros adeptos da prática citam uma passagem bíblica que evoca o manuseio do animal e imunidade a picadas.

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