Google+

"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

Compartilhe

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Acusada de usar drogas, Luana Piovani responde a Bolsonaro: “Imbecil e retrógrado!”

O texto no blog da família de Jair Bolsonaro acusou a atriz de fazer apologia às drogas

Reprodução/Blog Família Bolsonoraro e Divulgação GNT
Reprodução/Blog Família Bolsonoraro e Divulgação GNT
publicado no R7

A atriz Luana Piovani adicionou mais uma polêmica via Twitter à sua incontável lista. Desta vez, a discussão foi política e a loira teve de responder à família do deputado Jair Bolsonaro sobre acusações de uso de drogas.

Tudo teve início quando Piovani criticou Bolsonaro e colocou seu nome no mesmo contexto de Lula, Dilma Rousseff, José Dirceu e José Genoino.

A resposta não demorou e veio por meio de um post no blog da Família Bolsonaro, no qual Luana é acusada de ser usuária e fazer apologia às drogas.

A mensagem foi reproduzida noTwitter do deputado Estadual Flávio Bolsonaro e causou a ira da atriz, também na rede social.

— Eu sou a p... que eu quiser, seu otário. Você é um sem vergonha. Cada um é o que quer. Imbecil retrógrado

O texto no blog dos Bolsonaro foi atualizado e incluiu às ofensas de Luana. Confira abaixo o conteúdo da postagem que deixou Luana Piovani furiosa:

“Como se já não bastasse o ator José de Abreu defender Dirceu e Genoíno e criticar Bolsonaro quanto sua discordância com tal atitude na condenação do Mensalão, chegou a vez de Luana Piovani expressar no twitter toda sua repulsa em relação à Família Bolsonaro.

Luana se manifestou nas redes sociais utilizando palavras sem sentido e com visível desconhecimento de política, a atriz que quase já foi presa ao fazer apologia às drogas e é "estrela" de campanha de legalização das mesmas, mesclou em um de seus tweets os nomes de Lula, Dilma, Dirceu, Bolsonaro e Genoíno caracterizando-os como aliados ou admitiu que desvio de dinheiro público é algo tão grave quanto expressar uma opinião discordante e resmungou demonstrando seu total desconhecimento quanto a tragédia na Região Serrana do Rio.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Perlla beija o marido para declarar apoio a Marco Feliciano

Com a hashtag #marcosfelicianomerepresenta (sic), a cantora postou foto no Instagram apoiando o pastor
Na contramão do que muitos famosos têm feito, a cantora Perlla publicou no Instagram foto em apoio ao Pastor Marco Feliciano, Presidente do Conselho de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. A ex-funkeira converteu-se recentemente a religião evangélica e, em defesa do pastor, fotografou-se beijando seu marido. Na legenda, afirma que é sim representada pelo político: "O pastor #Marcosfeliciano @marcosfeliciano #marcosfelicianomerepresenta (sic) .. #familia #projetodeDeus #uniao #amor".Nas últimas semanas, famosos tem protestado contra a polêmica posse de Feliciano no Conselho. Bruno Gagliasso beijou Matheus Matheus Nachtergaele, Yasmin Brunet deu um selinho na atriz Antônia Morais e Daniela Mercury - que recentemente assumiu sua relação com outra mulher – deu um beijo na cantora Aline Rosa. Via Diário de Pernambuco

Anônimos que tornam a terra habitável

imagem: Google
Ricardo Gondim, no seu site


Nem sempre conseguimos lidar com a condição humana, limitada, inadequada e ambígua. Acabamos perdidos na busca de compreender o sentido da vida. Poetas, filósofos e teólogos ainda não decifraram a razão de nos inquietarmos diante do mal. Por que a virtude encanta? De onde vem a idéia de certo e errado?
A panela de pressão étnica explodiu entre Tutsis e Hutus em Ruanda na década de 1990 e cerca de oitocentas mil pessoas morreram em 45 dias; a maioria chacinada com facão e machado. Em 2008, a tragédia ruandense se transferiu para o vizinho Congo e as mesmas mortes absurdas se repetiram. O resto da humanidade, impotente, complacente, alienada, não reagiu.
A invasão do Iraque pelo governo de George W. Bush custou pelo menos 3 trilhões de dólares aos cofres dos Estados Unidos. Calcula-se que essa guerra estúpida, nascida de uma mentira, matou mais de um milhão e duzentos mil civis – numa população de 29 milhões – entre  março de 2003 a agosto de 2007. E até agora ninguém foi indiciado nos tribunais internacionais por crime de guerra.
Em Serra Leoa, milícias rivais se enfrentam há décadas. Meninos soldados decepam mãos, braços e pernas de outras crianças, de mulheres e de idosos. A maldade gratuita, os crimes hediondos, não comportam explicações simples. O por quê de quem não aceita conviver com a barbárie persiste como o nó górdio da teodicéia.
Diante do horror, ouve-se um simplismo pessimista: “O ser humano é inviável”. Nada disso. A humanidade conviveu com tanta carnificina que, se os seres humanos fossem mesmo inviáveis, já teriam sido extintos, como os dinossauros. Civilizações, por incrível que pareça, se reinventaram nas tragédias. Povos devastados ressurgiram das cinzas. A força do bem, embora frágil, continuou, e permanece, maior que o poder do mal.
A história oscila entre extremos. O pêndulo que permite a vida, ora desce à perversidade mais profunda, ora avança na escala da virtude. Todo o progresso civilizatório foi marcado por idas e vindas. Fomos criados com sombras e luzes. O corte que separa certo e errado, bem e mal, acerto e erro não é cirúrgico. Violência rampante topa com iniciativa humanitária, e desacelera. Cinismo político muitas vezes murcha diante de engajamento comunitário. Mobilização popular derruba tirania. Embora negros ainda sofram preconceito, a escravidão virou crime. Misoginia perdura; as mulheres, entretanto, conquistaram o direito de votar  - e governar.
Pessimismo agudo, que só vê a inadequação do homo sapiens, ajuda a evitar o dever de construir a história. Ao considerar a humanidade irremediavelmente perversa, o mal  passa a ser aceito como irremissível. Fica mais fácil explicar a maldade caso corpo, terra e mundo forem intrinsecamente ruins e a existência, masmorra que aprisiona o espírito. Determinismo espiritual, que coloca a humanidade em estado de queda – como se existisse um código genético que condena a humanidade à perversão -, é responsável por muita atrocidade. Basta repetir: os seres humanos nascem desfigurados e contaminados com uma lepra moral (vício, na filosofia e pecado, na teologia), e a realidade continuará intocada. Quanto mais íngreme a ladeira da decadência, menor a responsabilidade. O mecanismo é poderoso, bastante usado na filosofia e teologia  - Agostinho, Anselmo, Pascal.
Ao aceitar a inexorabilidade do mal, qualquer realidade fica plausível. “Fomos criados assim, nada pode ser feito”. “Cachorro não late para ser cachorro; late porque é cachorro – as pessoas não são pecadoras porque pecam, pecam porque são pecadoras”. Sobre tais pressupostos, o ódio que destrói passa a ser natural.
Noite passada sonhei que várias pessoas parecidas comigo andavam na beira de um precipício. Todos falávamos ao mesmo tempo. Repetíamos desculpas. Desmerecíamo-nos. Eu era uma espécie de líder. Justificava a minha índole aos gritos. Para não encarar petulância, projetava meus defeitos nos parentes. Comecei a falar de Adão e Eva. Dizia que estava aleijado espiritualmente por causa deles. O primeiro casal merecia a máxima condenação. Por que não resistiram a tentação da árvore do conhecimento do bem e do mal? Sem saber lidar com a minha condição de  luz e sombra, eu acabei jogando em Deus “a grande culpa”. No sonho, não disfarçava a zanga: “Afinal de contas, não pedi para nascer deformado. Não tenho como reverter a natureza que herdei. Se não posso praticar o bem, por que também sou condenado? Melhor cruzar os braços, deixar rolar e ver como é que fica”.

A pergunta mais importante não é "por quê" nem "pra quê"



Por Hermes C. Fernandes, no Cristianismo Subversivo

Já há algum tempo tenho aprendido que antes de buscar respostas, devemos reconsiderar as perguntas. Geralmente, perguntamos "por quê". Por que fomos traídos? Por que estamos doentes? Por que nos mandaram embora do trabalho? Por que... Por que... Por que...

Tenho ensinado que em vez de "por quê", deveríamos perguntar "pra quê". Em outras palavras, deveríamos nos preocupar mais com os propósitos do que com as razões. Mas ultimamente tenho refletido sobre outra pergunta igualmente importante. Em vez de "por quê", deveríamos perguntar "por quem".

Deixe-me exemplificar:

Jesus teve que mudar seu trajeto à caminho de Jerusalém. Em vez de um atalho, tomou o caminho mais largo, que passava por Samaria, um lugar inóspito para judeus. Talvez os discípulos perguntassem: Por quê? Mas a pergunta certa era "por quem". E a resposta é: por uma samaritana a qual Jesus queria encontrar.

Filipe, conquanto gozasse do maior sucesso ministerial obtido por um dos seguidores de Jesus até então, foi tirado pelo Espírito de Samaria, e levado para o deserto. Por quê? Não. Por quem? Por um eunuco desejoso de conhecer a Palavra.

Paulo e Silas foram presos e açoitados injustamente em Filipos. O que eles fizeram pra merecer aquilo? Nada. Mas eles estavam ali por alguém. Um carcereiro frustrado e suicida. Aquele carcereiro era o tal "varão macedônio" com o qual Paulo havia sonhado dias antes, rogando para ele passasse à Macedônia.

Se Deus lhe enviou a um lugar, pergunte-O por quem você está ali. Seja atrás das grades de uma prisão, no CTI de um Hospital, numa fila de desempregados. Talvez haja ali uma vida preciosa aos olhos de Deus, com a qual deseja que você se encontre.

Depois de três anos, eu e minha família retornamos aos Estados Unidos. Muitos perguntam a razão pela qual eu me dispus a expor minha família, num momento em que esse país atravessa sua maior crise econômica. Sei, porém, que o que me trouxe aqui não foi nenhum desejo de aventurar-me, ou de fugir de qualquer que seja o problema. Estou aqui por alguém. Por um povo que aprendi a amar. Por gente sedenta e faminta da Palavra.

Todos os propósitos de Deus vão de encontro àqueles que Ele mesmo escolheu desde a fundação do mundo. E para que tais sejam alcançados, vale a pena atravessar oceanos, vales e montanhas, arriscar tudo, inclusive a própria vida.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Pedir desculpas faz mal para você


crédito da foto: flickr.com/halfchinese
Carol Castro, na Superinteressante

Tá difícil engolir o orgulho e pedir desculpas para alguém? Não se preocupe, a ciência te protege: recusar-se a pedir desculpas vai te fazer mais feliz. Ou pelo menos fortalecer sua autoestima.

A descoberta veio da Austrália. Para entender por que algumas pessoas não pedem desculpa de jeito nenhum, três pesquisadores convidaram 228 pessoas para um teste. Todos descreveram um episódio em que haviam machucado ou chateado alguém. Mas as reações, quando deram a mancada, foram diferentes: alguns chegaram a pedir desculpa, enquanto outros não fizeram nada a respeito ou se recusaram a pedir perdão. Na sequência, cada um precisou responder como se sentia em relação à atitude (corajoso, sincero, passivo, satisfeito, orgulhoso, forte e poderoso).

Quem se desculpou até pareceu mais confiante e feliz do que quem não havia tomado nenhuma atitude. Mas as pessoas que se recusaram a pedir perdão se sentiam mais fortes do que todos: a sensação de poder era bem maior. “Quando você se recusa a se desculpar, você se sente mais poderoso. E esse poder aumenta sua autoestima”, explica Tyler Okimoto, autor da pesquisa.

Num segundo teste, outras 219 pessoas tiveram o mesmo desafio: lembre-se de quando você machucou ou chateou alguém. À pedido dos pesquisadores, um terço deles escreveu um e-mail de desculpas e outro escreveu um se recusando a pedir perdão (tipo “eu fiz isso, mas você fez aquilo, então é isso”). O restante não precisou fazer mais nada.

Assim como no primeiro teste, todos disseram como se sentiam com a atitude. O resultado foi o mesmo. Nesse caso, mais de 60% dos participantes tinham se desculpado, na vida real, pela mancada. Mas a maioria não achava tão justo assim pedir desculpa. Ou seja, não foi de coração. Foi só para amenizar a situação.

A lógica de "algumas" igrejas

2026


No programa “Agora é tarde” do Danilo Gentili, o Pastor Marco Feliciano diz ser “perseguição evangélica” ao ser questionado pelo método do dizimo de sua igreja já que todas as religiões também pedem o mesmo. Bem, uma coisa é você doar dinheiro voluntariamente para uma instituição de seu agrado, outra, é essa instituição exercer uma pressão psicológica absurda para que seu frequentador doe grandes quantias e bens para a igreja, caso contrário o “seu Deus” não lhe dará a mínima. Ou seja, agora você compra um milagre, podendo até parcelar o amor de Deus no cartão! Isso é um assalto psicológico! Estamos voltando a idade medieval em que a população pobre e ingênua era extorquida pela igreja com medo de não ter um cantinho no céu. Uma pena a Lei não se manifestar contra este fato pois no bom senso de todos é um crime vergonhoso!

Compartilhe no Facebook

Related Posts with Thumbnails