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"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Jesus tatuador “arranca o pecado” das pessoas em campanha de evangelismo

Objetivo é usar uma abordagem que os mais jovens entenderão.

Jesus tatuador “arranca o pecado” das pessoas em campanha de evangelismoCampanha de evangelismo mostra um "Jesus tatuador"
Segundo a Bíblia, Jesus veio ao mundo para mudar o coração das pessoas, não sua pele. Uma campanha divulgada na internet decidiu dar uma perspectiva diferente à história milenar com elementos modernos. O foco é o público jovem, embora não se restrinja a eles.
O site jesustattoo.org colocou alguns outdoors em cidades do Texas apresentando a imagem de um Jesus com uma coroa de espinhos, mas o diferencial é que sua pele mostra tatuagens com as palavras “excluído”, “viciado”, “invejoso”, “infiel”, entre outros adjetivos que dificilmente seriam associado a ele.
Ao visitar o site, é possível ver um vídeo no qual um tatuador que lembra a imagem clássica de Jesus vai para o trabalho em um porão/estúdio.  Ali, recebe diferentes pessoas que revelam com clara vergonha suas tatuagens escondidas. São palavras como “deprimido”, “viciada”, “inútil” e “excluído”.
O “Jesus tatuador” começa a trabalhar, substituindo todas pelo seu oposto. “Deprimido” se torna “contentamento”, por exemplo. As pessoas deixam mais leve, mais feliz, mais incentivado. No final, Jesus mostrar cansaço, baixa a cabeça aparentando suportar uma carga emocional pesada. A cena final pode chocar muitas pessoas, mas trás a mensagem que revela a verdadeira mensagem do filme.
Assista abaixo legendado:

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Jovem que procurava namorado no Facebook é encontrada morta no Rio

Divisão de Homicídios vai quebrar sigilo do perfil da vítima na rede social em busca de suspeitos
Jovem que procurava namorado no Facebook é encontrada morta no Rio
Marcelo Bruzzi, no site da Rádio Globo [via Pavablog]

Uma estudante que procurava um namorado no Facebook foi encontrada morta em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. Cláudia Marinho de Lima, de 18 anos, estava com marcas de estrangulamento em um terreno baldio na Estrada do Itumirim, no Jardim Maravilha. A Divisão de Homicídios esteve no local e assumiu as investigações.

Na sexta-feira passada (4), Cláudia publicou na rede social mensagem em busca de um namorado. 'Quem aceita namorar comigo agora?', perguntou. Em outra publicação, sugeriu: 'Com essa chuvinha está bom pra dormir de conchinha, debaixo daquele cobertor'. No sábado (5), a família da vítima registrou o desaparecimento na delegacia de Campo Grande (35 DP).

Em seu perfil no Facebook, Cláudia aparece em várias fotos com a família e de biquíni na praia. A polícia apura se a morte tem relação com a mensagem no Facebook. 'Vamos quebrar o sigilo do perfil para saber quem entrou em contato com ela. Essa é uma das linhas de investigação. A jovem se colocou em uma situação de vulnerabilidade', explicou o delegado Rivaldo Barbosa. O corpo foi localizado na tarde de segunda-feira (7).

'Ela foi vista pela última vez na igreja Assembleia de Deus, em Realengo. Era muito tranquila, sempre ligava para casa dizendo o que ia fazer. A família desconfia de alguém que se relacionava com a Cláudia no Facebook', afirmou o irmão Reinaldo Marinho. O local do enterro ainda não foi definido. 

Juiz britânico quer acabar com juramento sobre a Bíblia

Abrahams afirmou que ninguém
mais leva a sério essa tradição 
O juiz Ian Abrahams, da cidade de Bristol, está liderando um movimento entre os magistrados da Grã-Bretanha para que, nos tribunais, seja abolido o juramento em que réus e testemunhas afirmam com uma mão sobre a Bíblia que só vão dizer a verdade. Ele disse que, embora seja um procedimento tradicional, ninguém leva mais esse juramento a sério.

Abrahmas, que se criou na fé judaica e se tornou ateu, disse que, além disso, a extinção do juramento seria mais justo para quem não tem religião ou para os fiéis que não sejam cristãos. 

A proposta do juiz será debatida pela Associação dos Magistrados e, se aprovada, será submetida ao Ministério da Justiça ainda este ano.

O que Abrahams propõe é que o juramento seja nestes termos: ““Prometo sinceramente dizer a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade. Entendo que se eu não fizer isso estarei cometendo um delito pelo qual posso ser punido e enviado para a prisão”.

O juiz afirmou que a reivindicação visa apenas abolir uma referência religiosa na Justiça e que não se trata de um movimento antirreligioso.

Para o bispo anglicano Michael Nazir-Ali, contudo, trata-se de mais uma iniciativa para expulsar Deus da Sociedade. “Onde isso vai acabar?”, indignou-se. “A Bíblia está ligada à Constituição, às instituições e à história deste país. Estamos sendo obrigados, em nome da tolerância e da secularização, abrir mão disso”.

O atual juramento, o “religioso”, consiste na afirmação “Juro por Deus Todo-Poderoso que irei dizer a verdade, toda a verdade e nada além da verdade”. Quem não for cristão poderá fazer o juramento sobre o livro sagrado de sua religião. Alguns juízes já não fazem questão da referência ao “Todo-Poderoso” e a presença da Bíblia.


Saí do armário: sou de direita!

Por Braulia Ribeiro
Cansei das propagandas que pretendem explicar direita e esquerda com clichés mentirosos  que idealizam a esquerda e demonizam a direita.
Por isto resolvi sair do armário. Sou de direita.
Mas como assim Bráulia, você não cresceu em família de tradição socialista e representou por tanto tempo valores costumeiramente associados com a esquerda, como a luta pelos pobres, índios e colonos amazônicos?
 Sim, tudo isto é verdade. Mas ao contrário do Chico Buarque e os intelectuais que param no tempo, não parei. Continuei lendo de tudo e principalmente lendo linhas ideológicas diferentes. Tenho um irmão querido que me questiona em tudo que digo, no blog, no face. Quando lhe pergunto, você leu o que escrevi antes de criticar, ele responde com afrontas: “Não leio o que não presta, não preciso ler burrice para contestar, etc.” Assim é a tradição intelectual esquerdista. Dogmática, hermética, não pratica o sacrilégio de ler os “contrários”.
Pois é, eu ousei fazê-lo. Li David Landes,  Hayek, Friedman, Sowell, Locke, a história americana, Jefferson, os Federalist Papers, e mais um monte de coisas, escritos apócrifos, sacrílegos, praticamente pornografia ideológica. Ousei sair da caixinha, pescar em outro lago, pular a “cerca” intelectual que me restringia.
Li também a Bíblia. Leitura difícil.  A leitura bíblica mais difícil é a que fazemos na intenção de obter um detox ideológico ao invés de buscar afinidade.
E não tenho medo de afirmar que mudei. Não creio que a mudança pra mim tenha representado um abandono dos valores pelos quais vivi até agora.  Pelo contrário,  lamento o quão enganada estive todos este anos pensando que a esquerda ideológica servia os valores pelos quais eu lutava.
Pois então aí vai um resumo dos valores básicos que representam o pensamento de direita e o de esquerda. Se você quer contestar ou concordar procure boas leituras antes dos dois lados da questão. Não seja apenas papagaio de clichês. Estude.  E faça você também a sua escolha.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A cegueira da cegueira

cegueiraEd René Kivitz
A Bíblia Sagrada fala da experiência espiritual cristã como “passagem das trevas para a luz” e anuncia a irrupção do Reino de Deus na pessoa de Jesus. A descrição é clara: “O povo que estava em trevas viu uma grande luz”, e por essa razão aqueles que seguem a Jesus não andam em trevas. Quem nasceu de novo, isto é, recebeu o toque do Espírito Santo e acolheu o reinado de Deus em sua vida, foi iluminado e passou a ver, como o cego curado por Jesus: “Eu era cego, agora vejo.”
Jesus disse que o olho é a lâmpada do corpo. Assim, se você tiver um olho bom, todo o seu corpo será repleto de luz, mas se tiver um olho mau, tudo em você estará repleto de escuridão. E, continua, “caso a luz que está em você seja escuridão, quão terrível será essa escuridão”.
No judaísmo, “ter um olho bom”, um ayin tovah, significa ser generoso, e ter “um olho mau”, ou ayin ra’ah, significa o contrário — ser mesquinho. A cegueira é comparada ao egoísmo, a visão, à solidariedade, à compaixão e também à autodoação voluntária e ao serviço abnegado. Enxergar é servir. Andar na luz é praticar as “boas obras, preparadas de antemão para que andássemos nelas”, e sem as quais “a fé é morta”.

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