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"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Imagine um filme!

imagem: Internet
por Ariovaldo Ramos, no seu blog

Imagine um filme: tem o estúdio, o roteirista, o produtor, o diretor e o protagonista.

Aplicando para a história da redenção: A Trindade é a dona do estúdio; o Pai é o roteirista, para ele toda a glória (Fp 2.11); o Filho é o produtor, porque ele é quem paga o custo: todas as coisas foram criadas nele, por ele e para ele, e sem ele nada do que foi feito se fez (Cl 1.16-17 Jo 1.3)); o Filho e a Igreja, cada um a seu tempo, assume o protagonismo (Jo 3.17; At 1.8); e o Espírito Santo é o grande diretor (Lc 4.18-21).

O Espírito Santo é o primeiro que aparece, envolvendo o planeta, e criando o ambiente para o grito: Haja Luz! (Gn 1.2)

Depois, o Espírito Santo passa a andar com os patriarcas e profetas, capacitando-os para o papel, que prepara a entrada do Protagonista em cena.

E o Espírito Santo cria as condições necessárias para que nasça o Cristo . (Mt 1.18)

O Cristo assume o protagonismo sob a direção do Espírito Santo. (Lc 4.18-21)

O Cristo, terminado o seu ministério, sempre sob a direção do Espírito Santo, (At 1.2) é elevado às alturas, e reassume as prerrogativas plenas de Produtor.

O Espírito Santo, então, consolida a Igreja, e a eleva à categoria de protagonista. (At 2.1-4)

Para conduzir a Igreja, o Espírito Santo se submete ao Senhor Jesus, que, como Produtor, determina o que o Diretor deve levar a Protagonista a fazer, para a sua honra e para a glória do Pai, o Roteirista. (Jo 16.13-14)

E o Espírito Santo conduz a Igreja, no desempenho de seu papel, até ao momento apoteótico, em que a Igreja, plenamente cônscia de seu papel de esposa, está pronta, e o Espírito Santo e a Noiva dizem: Vem! (Ap 22.17)

Para fazer isso, de forma extraordinária, o Espírito Santo vem morar na Igreja, em cada membro dela, e, trabalhando em cada membro desta congregação (2 Co 3.18), o Diretor vai dando fluidez ao Roteiro (At 13.2), que é sólido o suficiente, para que o final não seja comprometido, e aberto o suficiente para que os protagonistas entendam que o filme, também, é deles.

Cabe a cada membro da Igreja, a protagonista dos últimos tempos, entender e interagir, de modo eficaz, com o Grande diretor, para que não se portem como figurantes, onde têm de desempenhar o papel principal (1Ts 5.19).
O segredo desse filme, portanto, é a interação com o Diretor. Basta pedir ao Pai, o Roteirista, a possibilidade de interação plena já está liberada. (Lc 11.13)

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