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"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Um professor de física querendo provas da existência de Deus

imagem: Internet

Willian Douglas, no seu blog

Um amigo meu, professor de física a quem admiro muito, era cético em relação a Deus. Ele conta:
"Não havia nada nem ninguém, naquela época, que me fizesse crer nas ações de Deus em nossas vidas. Acreditava que avançávamos às cegas e por meio de tentativa e erro. Deus estava muito ocupado com seus projetos pessoais e jamais um ser insignificante como eu de mente inquieta, alma precária, e atrelado ao reino patético da futilidade, teria privilégios em formar laços de afeto com o nosso Pai Celestial. Entre servo e Senhor não há diálogo, pensava. Com uma pontinha de arrogância imaginava-me semelhante a Fernando Pessoa: 'Se Deus quer mesmo me conhecer que se me apresente'. E de mais a mais, eu estava muito ocupado com os negócios e com a vida, só mesmo um milagre para provocar uma mudança de ideia e de comportamento."
A história de meu amigo é longa, não vou contá-la toda, contarei só um pedacinho. Achei o máximo, pois a história é contada por um professor de Física, homem de ciência. Certa feita ele, católico só por tradição, foi à igreja durante um louvor na Festa da Misericórdia, em uma tarde de domingo.  Vejam o que ele conta:
“O início da cerimônia se deu em torno das 15 horas e o término estava previsto para as 19 horas. Em torno das 15h30min, o padre da minha paróquia desceu do altar, com o ostensório envolvido em sua batina, dizendo que Jesus estava ali. Olhei para a cena e disse: Jesus, se o senhor estiver aqui mesmo me dê um sinal! Em seguida, coloquei a mão no ostensório justamente sobre o vidro que cobre a hóstia. Imediatamente veio um calor do metal para a minha mão, semelhante à imersão do braço em um balde com água morna, algo em torno de 80° C. O calor fluiu lentamente pela mão, subiu pelo braço e foi parar no peito. Fiquei terrivelmente incomodado com aquela sensação. Ele sapecava. Não sabia o que estava acontecendo. Comecei a chorar de forma descontrolada e compulsiva até o final da celebração. Por fim, subi no altar e falei sobre o acontecido. As pessoas ficaram boquiabertas. Não poderia deixar de compartilhar aquele momento de graça com o restante da assembleia.
O fato de o calor fluir espontaneamente do ostensório (um corpo em torno de 25°C) para o meu braço (aproximadamente 36°C) é fisicamente impossível, pois de acordo com as leis da termodinâmica, o calor flui espontaneamente do corpo quente para o corpo frio; e não de um corpo frio para um corpo quente. Isso pode acontecer se o ostensório estivesse ligado numa fonte externa de energia. É o que acontece nos refrigeradores das nossas casas. Diante desse enigma, só existem duas atitudes: uma nos conduz ao absurdo, a outra, ao mistério. Como nada estava ligado a nada e o fluxo de calor aconteceu, é porque a fonte externa de energia era ELE. Enfim, tive a prova definitiva e científica de Sua presença. E minha forma de ver e de viver a vida alterou radicalmente.
Havia distorções graves entre as minhas crenças e a ciência. O milagre força os limites de nossa credulidade. A fé em Deus exige a morte da teimosia. Acreditar em Deus, para mim, acenou uma perspectiva satisfatória, consistente e enriquecedora. Seria a coisa mais patética se eu me comportasse diferente, pois é inconcebível a um homem depois de ter recebido essa graça e essa misericórdia, não agir de acordo.
Quando revelei tudo isso ao padre, ele disse:
"Meu filho, você está tão perto de Deus quanto escolhe estar.”

Bem, esta é uma história de dois cristãos católicos: um padre e um paroquiano que não estava muito chegado a Deus, mas que agora está. Eu sou cristão protestante, ajudo uma Oscip franciscana, a Educafro, converso muito com amigos católicos sobre nosso Jesus, sobre o Jesus em que acreditam todos aqueles que se apresentam como cristãos. Esse Jesus incomum e extraordinário que é o elo comum, último e indesistível, e que deve colocar católicos e protestantes, cada qual com suas teologias, diante de nossa afinidade infinita: o Cristo.
Fico muito feliz ao ver um padre fazendo a obra de Deus, e Deus tocando de forma gentil e individualizada cada um que O procura, inclusive esse meu amigo aí, o famoso Professor Pachecão, que ministra suas aulas de maneira apaixonada e inovadora. Ele, que já foi cético, e depois agnóstico, hoje é um professor de física que experimentou uma corrente elétrica diretamente com Deus.
Espero que saiba, leitor, e nunca esqueça, que esse Deus que falou comigo e com o Pachecão também quer ter intimidade com você. E, como disse o padre, você estará tão perto de Deus quanto escolher estar.

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